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A vertente fenomenológica heideggeriana na geografia humanista brasileira e o ensino de geografia: o estado da arte

dc.contributor.advisorJosimar Monteiro Santos
dc.contributor.advisorLatteshttps://share.google/jaS56xWUFP3H9P02h
dc.contributor.authorGabriel Bruno Pereira
dc.contributor.authorLatteshttps://lattes.cnpq.br/3918541184124447
dc.date.accessioned2026-06-26T12:29:22Z
dc.date.available2026-06-26T12:29:22Z
dc.date.issued2026
dc.description.abstractO presente artigo problematiza a vertente fenomenológica heideggeriana da geografia humanista e o ensino da geografia. O artigo objetiva investigar se a vertente fenomenológica heideggeriana da geografia humanista brasileira tem sido utilizada como base filosófica para investigar o ensino de geografia no Brasil. O trabalho parte da contextualização histórica do surgimento da geografia humanista nos países anglófonos, nas décadas de 1960 e 1970, e de sua recepção no Brasil a partir dos anos 1980 com as primeiras traduções de textos anglófonos, com especial atenção à formação da vertente fenomenológica heideggeriana, que ocorreu apenas a partir dos anos 2000. Em seguida, examina o problema da assimilação humanista do pensamento de Martin Heidegger por essa vertente, com base na crítica de Reis e Santos (2024), que identificam uma incompatibilidade estrutural entre o pensamento heideggeriano e o humanismo. A pesquisa adota como metodologia a revisão bibliográfica, organizando a análise em dois movimentos complementares: um qualitativo, centrado na identificação de grupos de pesquisa e eventos acadêmicos que articulam fenomenologia heideggeriana, geografia e educação; e um quantitativo, que examina o corpus de produções diretamente relacionadas à problemática investigada. Desse modo, o estado da arte das produções acadêmicas da geografia humanista identificou o Grupo de Pesquisa em Fenomenologia, Geografia e Educação (GEPFGE), vinculado à Universidade Estadual de Londrina (UEL), como o principal núcleo articulador entre os temas investigados, e um corpus de sete produções: quatro artigos, um capítulo de livro, uma dissertação e uma tese, concentradas no período 2017–2024. Conclui-se que a vertente fenomenológica heideggeriana tem sido utilizada como base para investigar o ensino de geografia no Brasil, porém de maneira ainda restrita, configurando um campo emergente não plenamente consolidado, que reproduz, em grande medida, o padrão de assimilação humanista do pensamento de Heidegger identificado na literatura crítica, sem que a incompatibilidade estrutural entre esse pensamento e o humanismo seja considerada de forma explícita nas pesquisas sobre ensino.
dc.description.abstract2This article problematizes the Heideggerian phenomenological strand of humanistic geography and its relationship with geography education. It aims to investigate whether the Heideggerian phenomenological strand of Brazilian humanistic geography has been employed as a philosophical foundation for research on geography education in Brazil. The study begins by contextualizing the emergence of humanistic geography in Anglophone countries during the 1960s and 1970s and its reception in Brazil from the 1980s onward through the translation of key Anglophone texts, paying particular attention to the formation of the Heideggerian phenomenological strand, which emerged only in the 2000s. It then examines the problem of the humanistic appropriation of Martin Heidegger’s thought, drawing on the critique advanced by Reis and Santos (2024), who identify a structural incompatibility between Heideggerian thought and humanism. Methodologically, the research is based on a bibliographic review organized into two complementary dimensions: a qualitative analysis focused on identifying research groups and academic events that articulate Heideggerian phenomenology, geography, and education, and a quantitative analysis examining the corpus of publications directly related to the investigated problem. The state-of-the-art review identified the Research Group on Phenomenology, Geography and Education (GEPFGE), affiliated with the State University of Londrina (UEL), as the principal locus connecting these themes, as well as a corpus of seven publications produced between 2017 and 2024, comprising four journal articles, one book chapter, one master’s dissertation, and one doctoral thesis. The findings indicate that the Heideggerian phenomenological strand has been used as a basis for investigating geography education in Brazil, although still in a limited way, constituting an emerging field that has not yet been fully consolidated. Furthermore, the analyzed works largely reproduce the humanistic assimilation of Heidegger’s thought identified in the critical literature, without explicitly addressing the structural incompatibility between Heideggerian thought and humanism in research on geography education
dc.identifier.citationPEREIRA, Gabriel Bruno. A vertente fenomenológica heideggeriana na geografia humanista brasileira e o ensino de geografia: o estado da arte. Orientador: Josimar Monteiro Santos. 2026. 17 jun. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Geografia), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia, Cacoal, 2026.
dc.identifier.urihttp://repositorio.ifro.edu.br/handle/123456789/2699
dc.language.isopt_BR
dc.publisher.campiCampus Cacoalpt_BR
dc.publisher.programLicenciatura em Geografiapt_BR
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectgeografia humanista
dc.subjectfenomenologia heideggeriana
dc.subjectensino de geografia
dc.subject.keywordHumanistic Geography
dc.subject.keywordHeideggerian Phenomenology
dc.subject.keywordGeography Education
dc.titleA vertente fenomenológica heideggeriana na geografia humanista brasileira e o ensino de geografia: o estado da arte
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR

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