Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo
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Navegando Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo por Orientadores "Brasileiro, Priscyla Oriane"
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Item Arquitetura escolar: proposta de reforma e ampliação de uma escola municipal como catalisador da qualidade do ensino(2025) Oliveira, Khetlyn Soares Pio; Brasileiro, Priscyla OrianeEste artigo teve como objetivo discutir a reforma e ampliação da Escola Municipal de Ensino Fundamental Castelo Branco, localizada no bairro Vila Operária, setor industrial de Vilhena, Rondônia. A instituição atende crianças de 5 a 12 anos e o estudo segue uma abordagem qualitativa de natureza básica, utilizando procedimentos como pesquisa bibliográfica, estudo de campo e estudo de caso, complementados por registros fotográficos e visitas in loco. O projeto de reforma incluirá um estudo para melhorar o conforto acústico, devido à proximidade da escola com uma área industrial, onde há uma indústria de produtos e oficinas para caminhões, o que gera altos níveis de ruído ao redor da instituição. Outro problema identificado é a escassez de iluminação natural nos ambientes. Para resolver isso, serão instaladas coberturas transparentes, proporcionando uma melhor iluminação natural. As visitas ao local também revelaram problemas significativos na infra estrutura, como infiltrações, pisos desnivelados e em estado bruto, além da falta de um acesso adequado à quadra de esportes. A ampliação é essencial para criar espaços que atualmente estão em falta, como um refeitório apropriado para os alunos, uma biblioteca e áreas de convivência, entre outros, que serão detalhados ao longo do artigo.Item Cidade amiga do idoso: uma visão dos espaços públicos de Vilhena-RO(2025) Guimarães, Andreza de Souza; Brasileiro, Priscyla OrianeEste estudo foi desenvolvido como Trabalho de Conclusão de Curso em Arquitetura e Urbanismo e abordou a temática do envelhecimento da população e a sua relação com a estrutura dos espaços públicos urbanos e como estes impactam na qualidade de vida da população idosa. A pesquisa foi realizada na cidade de Vilhena, Rondônia e utilizou parâmetros estabelecidos pelo Guia Global: Cidade Amiga do Idoso, da Organização Mundial da Saúde (OMS, 2008), e da norma brasileira 9050/2020, que trata de acessibilidade, demonstrando um alinhamento com diretrizes internacionais e nacionais voltadas à inclusão social de grupos específicos como os idosos. O estudo tem caráter exploratório e qualitativo, o que permitiu uma análise contextualizada da realidade local. A metodologia incluiu aprofundamento teórico, estudo de campo e levantamento fotográfico no perímetro urbano da cidade, que constatou a falta de uma infraestrutura acessível, adequada e amigável para idosos nos espaços públicos analisados, evidenciando uma lacuna significativa no planejamento urbano da cidade, que pode impactar negativamente a qualidade de vida de seus cidadãos, limitando sua mobilidade, autonomia e participação social. A prática sensível de projetos arquitetônicos e urbanísticos podem ser ferramentas poderosas para promover a inclusão e a equidade social. Ao apontar as deficiências dos espaços públicos de Vilhena, o estudo também sugere a necessidade de políticas públicas e intervenções urbanísticas que propiciem a criação de uma cidade mais inclusiva e acessível para todos.Item Conexões ativas: espaços que unem. proposta de intervenção de um trecho urbano de Vilhena - RO(2025) Almeida, Vanessa Oliveira de; Brasileiro, Priscyla Oriane; Oliveira, Fernanda deO presente estudo investiga a relação entre o espaço urbano, o ambiente construído e a saúde, destacando o papel da arquitetura e do urbanismo na promoção de estilos de vida ativos. A pesquisa enfatiza a importância de espaços públicos que incentivem a mobilidade ativa, a interação social e a ocupação de áreas gratuitas que contribuam para a saúde e a qualidade de vida. Trata-se de um estudo qualitativo e exploratório, que demonstra como a infraestrutura urbana influencia diretamente o bem-estar da população. A reurbanização de áreas degradadas, a criação de espaços de lazer e cultura e a valorização da natureza nos ambientes urbanos são apontadas como estratégias fundamentais para promover o bem-estar, a saúde e a valorização dos espaços públicos urbanos. Em Vilhena-RO, a intervenção realizada em um trecho urbano, com ponto inicial nos bairros segregados e caracterizados por vulnerabilidade socioeconômica, busca transformar os espaços públicos em catalisadores de saúde, prevenindo a obesidade e incentivando um estilo de vida mais ativo e sustentável, conectando esses bairros às áreas já apropriadas pela população.Item Futuros urbanos: análise sobre o planejamento de espaços para a infância na cidade de Vilhena-RO(2025) Schaida, Lysania Frissélli Ferreira dos Santos; Brasileiro, Priscyla OrianeEste trabalho objetiva apresentar um estudo sobre o planejamento urbano e a infância, visando verificar em que medida as crianças estão sendo consideradas, intencionalmente, no plano diretor urbano da cidade de Vilhena-RO e qual a repercussão desta abordagem para a sustentabilidade e visão de futuro. Para tanto, trata-se de uma pesquisa básica, descritiva e exploratória com aplicação de análise qualitativa dos materiais construídos por meio de observações, registros fotográficos e documental. O embasamento teórico sobre arquitetura e urbanismo foi delineado nos aportes de Harvey (2012), Hall (2007), Choay (2005), Gehl (2013), Rose (2019) e De Botton (2007) e para refletir sobre a sociologia da infância, apoiou-se nas obras de Sarmento (2000, 2007) e Corsaro (2011). As análises técnicas e legais foram realizadas conforme os guias de organizações e expertise na temática. Os resultados revelam que há escassez de estudos científicos que envolvem a infância e o urbanismo, sendo pouco explorado nas universidades e principalmente na região norte do Brasil. As análises indicam ainda que há citações no texto do Plano Diretor de Vilhena-RO para o atendimento às demandas das crianças, no entanto, há indícios de que não sejam intencionais, todavia não garantem a sua efetivação. O Programa Cidade Amiga das Crianças (UNICEF, 2016) e a Organização Urban95, são apresentadas como assessorias que colaboram para para superar a ausência de planejamento urbano, sobretudo priorizando as crianças. Por fim, o estudo reafirma a ideia de que municípios assumam de fato o compromisso com as próximas gerações, criando espaços urbanos com maior contato com a natureza e respeitosamente planejados para os pequenos cidadãos.