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Modelo de gerenciamento de infraestrutura virtualizada definida por código

dc.contributor.advisorBravim, Jhordano Malacarne
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3055136844130366
dc.contributor.authorAlfonsin, Ramon Silas Shockness
dc.contributor.authorGomes, Jhon Jetson de Souza
dc.contributor.authorLatteshttps://lattes.cnpq.br/6455743437054656
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4880278364352691
dc.date.accessioned2026-07-23T16:57:08Z
dc.date.available2026-07-23T16:57:08Z
dc.date.issued2026
dc.descriptionArtigo entregue como Trabalho de Conclusão de Curso ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia – (IFRO), Campus Porto Velho Zona Norte, como requisito parcial para obtenção do grau de tecnólogo, junto ao Curso Superior em Redes de Computadores.
dc.description.abstractA crescente demanda por ambientes computacionais dinâmicos e seguros em instituições de ensino tem impulsionado a adoção de práticas que garantam agilidade e padronização na gestão de infraestrutura. Nesse contexto, a Infraestrutura como Código (IaC) apresenta-se como uma abordagem capaz de reduzir erros operacionais e maximizar a eficiência, tratando a infraestrutura física como software. Este trabalho propõe desenvolver e validar um modelo de gerenciamento de infraestrutura virtualizada definida por código, aplicado ao laboratório de redes do Instituto Federal de Rondônia (IFRO), Campus Porto Velho Zona Norte. A pesquisa classifica-se como aplicada e experimental, estruturada sobre uma arquitetura de orquestração centralizada no Semaphore UI. A metodologia consistiu na integração de repositórios privados e na divisão de tarefas em pipelines independentes, utilizando o Terraform para o provisionamento automatizado no hipervisor Proxmox VE, o Ansible para a configuração autônoma de pacotes e o HashiCorp Vault para a injeção dinâmica e segura de credenciais. Os resultados práticos validaram a eficácia da esteira de automação, comprovando a segurança sistêmica por meio do princípio do menor privilégio em APIs. A execução da orquestração registrou um baixo lead time para o provisionamento e a configuração inicial de instâncias LXC. Essa integração garantiu a idempotência do ambiente e eliminou desvios de configuração (configuration drift), entregando nós operacionais padronizados e prontos para uso. Conclui-se que a substituição de processos manuais por este modelo automatizado, auditável e rastreável resolve os gargalos operacionais do laboratório, viabiliza o controle pedagógico seguro e promove a formação de profissionais rigorosamente alinhados à cultura DevOps e às exigências tecnológicas do mercado.
dc.description.abstract2The growing demand for dynamic and secure computing environments in educational institutions has driven the adoption of practices that ensure agility and standardization in infrastructure management. In this context, Infrastructure as Code (IaC) presents itself as an approach capable of reducing operational errors and maximizing efficiency by treating physical infrastructure as software. This study proposes to develop and validate a code-defined virtualized infrastructure management model, applied to the networking laboratory of the Federal Institute of Rondônia (IFRO), Porto Velho Zona Norte Campus. The research is classified as applied and experimental, structured upon an orchestration architecture centralized in Semaphore UI. The methodology consisted of integrating private repositories and dividing tasks into independent pipelines, using Terraform for automated provisioning on the Proxmox VE hypervisor, Ansible for autonomous package configuration, and HashiCorp Vault for the dynamic and secure injection of credentials. Practical results validated the effectiveness of the automation pipeline, demonstrating systemic security through the principle of least privilege in APIs. The orchestration execution recorded a low lead time for the provisioning and initial configuration of LXC instances. This integration ensured environment idempotency and eliminated configuration drift, delivering standardized and ready-to-use operational nodes. It is concluded that replacing manual processes with this automated, auditable, and traceable model resolves the laboratory's operational bottlenecks, enables secure pedagogical control, and promotes the training of professionals strictly aligned with DevOps culture and technological market demands.
dc.identifier.citationALFONSIN, Ramon Silas Shockness; GOMES, Jhon Jetson de Souza. Modelo de gerenciamento de infraestrutura virtualizada definida por código. Orientador: Jhordano Malacarne Bravim. 2026. 25 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Tecnólogo em Redes de Computadores), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia, Porto Velho, 2026.
dc.identifier.urihttp://repositorio.ifro.edu.br/handle/123456789/2768
dc.language.isopt_BR
dc.publisher.campiCampus Porto Velho Zona Nortept_BR
dc.publisher.programTecnologia em Redes de Computadorespt_BR
dc.subjectAutomação
dc.subjectInfraestrutura como código
dc.subjectVirtualização
dc.subjectSegurança
dc.subjectDevOps
dc.subject.keywordautomation
dc.subject.keywordinfrastructure as code
dc.subject.keywordvirtualization
dc.subject.keywordsecurity
dc.subject.keywordDevOps
dc.titleModelo de gerenciamento de infraestrutura virtualizada definida por código
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso

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