Línguas de resistência: mulheres indígenas, linguagem e poder na preservação cultural
| dc.contributor.author | Alves, Shyrley de Almeida | |
| dc.contributor.author | Diniz, Janelene Freire | |
| dc.contributor.author | Jesus, Sérgio Nunes de | |
| dc.date.accessioned | 2026-05-07T18:51:41Z | |
| dc.date.available | 2026-05-07T18:51:41Z | |
| dc.date.issued | 2026 | |
| dc.description | O presente texto é parte integrante da pesquisa doutoral Trajetória Política e Escolar das Mulheres Indígenas no Estado de Rondônia, na área temática: Estudos com populações indígenas, de Shyrley de Almeida Alves, da Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho (UNESP), com financiamento próprio da pesquisadora – CAAE No . 88987925.8.0000.5406 – CONEP / Plataforma Brasil – em parceria com o Grupo de Pesquisa Práticas Discursivas na Amazônia (DGP-CNPq, GP PDA-IFRO, campus Cacoal. | |
| dc.description.abstract | O texto aborda o papel crucial das mulheres indígenas na preservação das línguas e culturas originárias em Rondônia, Brasil. Sendo assim, a linguagem é destacada como pilar da identidade cultural, meio de resistência política e campo de disputa simbólica. Dessa maneira, as mulheres indígenas são protagonistas na manutenção das práticas linguísticas, enfrentando desafios como a imposição do português e as pressões econômicas. Nesse sentido, a revitalização das línguas implica não apenas preservação cultural, mas também afirmação identitária e resistência aos modelos dominantes. A educação indígena e as políticas públicas são contextos importantes para essa luta, onde as mulheres atuam como mediadoras entre os saberes tradicionais e perspectivas contemporâneas. Logo, as organizações indígenas e movimentos sociais emergem como plataformas para expandir essa atuação, permitindo que as práticas linguísticas tradicionais alcancem esferas públicas. Contudo, as políticas enfrentam desafios estruturais e exigem participação comunitária e respeito à diversidade cultural. O protagonismo feminino é vital para a construção de estratégias de resistência e a promoção da continuidade cultural, baseado no reconhecimento das vozes indígenas. Nessa perspectiva, o texto destaca que o fortalecimento das mulheres indígenas nos processos decisórios é essencial para a justiça cultural e social.s indígenas nos processos decisórios é essencial para a justiça cultural e social. | |
| dc.identifier.citation | ALVES, S. de A., DINIZ, J. F., & JESUS, S. N. de. (2026). Línguas de resistência: mulheres indígenas, linguagem e poder na preservação cultural. Revista EdUCA - Revista Multidisciplinar Da Faculdade Católica Paulista, 9(1), e231. https://doi.org/10.54901/educa.v9-231 | |
| dc.identifier.doi | 10.54901/educa.v9-231 | |
| dc.identifier.issn | 2674-8460 | |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.ifro.edu.br/handle/123456789/2574 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.publisher | Revista Educa | |
| dc.publisher.campi | Campus Cacoal | |
| dc.rights | Acesso aberto | |
| dc.source.uri | https://revistaeduca.com.br/index.php/EDUCA/article/view/231/89 | |
| dc.subject | Mulheres Indígenas | |
| dc.subject | Resistência Cultural | |
| dc.subject | Preservação Linguística | |
| dc.subject | Identidade Cultural | |
| dc.subject | Políticas Públicas | |
| dc.title | Línguas de resistência: mulheres indígenas, linguagem e poder na preservação cultural | |
| dc.type | Article |
