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Acessibilidade em ambientes virtuais de aprendizagem: revisão bibliográfica sobre a inclusão de pessoas com baixa visão na educaçãoa a distância

dc.contributor.advisorBarbosa, Anabela Aparecida Silva
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2900527189559181
dc.contributor.advisorOrcidhttps://orcid.org/0000-0002-7738-8563
dc.contributor.authorBispo, Edna Alves de Oliveira
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6144705557716880
dc.date.accessioned2026-03-06T14:47:57Z
dc.date.available2026-03-06T14:47:57Z
dc.date.issued2026
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso na modalidade artigo apresentado à Coordenação do Curso de Licenciatura em Pedagogia, na modalidade Educação a Distância (EaD), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia - IFRO, Campus Porto Velho Zona Norte, para obtenção do título de Licenciada em Pedagogia na modalidade EAD.
dc.description.abstractO presente trabalho analisa as barreiras de acessibilidade visual em Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs) e as estratégias de inclusão para estudantes com baixa visão na Educação a Distância. A pesquisa busca compreender, mediante revisão bibliográfica, quais barreiras visuais, navegacionais e pedagógicas são identificadas na literatura científica, quais tecnologias assistivas mostram-se eficazes e quais estratégias pedagógicas podem ser implementadas para garantir educação inclusiva. Trata-se de pesquisa qualitativa, de natureza descritiva e exploratória tendo como lócus a página do Curso de Licenciatura em Pedagogia EaD ancorada na plataforma educacional moodle do IFRO/Campus Porto Velho Zona Norte. Fundamenta-se em revisão bibliográfica nas bases SciELO, Portal CAPES, BDTD, Google Acadêmico e repositórios institucionais. A base teórica inclui Sonza (2008), Bataliotti (2017), Lisboa e Rendeiro (2019), Silva e Gomes (2024) e Sant'Anna et al. (2021). Os resultados evidenciam que as diretrizes WCAG e eMAG, embora consolidadas, apresentam lacuna entre normativas e implementação efetiva nos AVAs. As tecnologias assistivas como leitores de tela, ampliadores de fonte e ajustes de contraste são essenciais, porém sua eficácia depende de conteúdos produzidos de forma acessível. Foram identificados estudos que abordam contraste inadequado, ausência de descrições alternativas para imagens, estrutura incorreta de cabeçalhos e uso inadequado de atributos ARIA como principais barreiras. A pesquisa demonstra que boas práticas incluem linguagem clara, fontes adequadas, contraste suficiente e possibilidade de ampliação. Portanto, a acessibilidade em AVAs deve articular adequação técnica com sensibilidade pedagógica, beneficiando não apenas estudantes com baixa visão, mas todos os usuários, conforme princípios do design universal.
dc.description.abstract2This study analyzes visual accessibility barriers in Virtual Learning Environments (VLEs) and inclusion strategies for students with low vision in Distance Education. Through a literature review, the research aims to understand which visual, navigational, and pedagogical barriers are identified in the scientific literature, which assistive technologies prove effective, and which pedagogical strategies can be implemented to ensure inclusive education. This is a qualitative, descriptive, and exploratory study based on a literature review in the SciELO, CAPES Portal, BDTD, Google Scholar databases, and institutional repositories. Studies were identified that address inadequate contrast, lack of alternative image descriptions, incorrect header structure, and inappropriate use of ARIA attributes as the main barriers. The theoretical framework includes Sonza (2008), Bataliotti (2017), Lisboa and Rendeiro (2019), Silva and Gomes (2024), and Sant'Anna et al. (2021). The results show that the WCAG and eMAG guidelines, although well-established, present a gap between regulations and effective implementation in Virtual Learning Environments (VLEs). Assistive technologies such as screen readers, font magnifiers, and contrast adjustments are essential, but their effectiveness depends on content produced in an accessible way. The research demonstrates that good practices include clear language, appropriate fonts, sufficient contrast, and the possibility of magnification. Therefore, accessibility in VLEs must combine technical adequacy with pedagogical sensitivity, benefiting not only students with low vision but all users, according to the principles of universal design.
dc.identifier.citationBISPO, Edna Alves de Oliveira. Acessibilidade em Ambientes Virtuais de Aprendizagem: revisão bibliográfica sobre a inclusão de pessoas com baixa visão na Educação a Distância. Orientadora: Anabela Aparecida Silva Barbosa. 2026. 52 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Pedagogia EAD), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia, Porto Velho, 2026.
dc.identifier.urihttp://repositorio.ifro.edu.br/handle/123456789/2441
dc.language.isopt_BR
dc.publisher.campiCampus Porto Velho Zona Norte
dc.publisher.programLicenciatura em Pedagogia (EaD)
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectAcessibilidade digital
dc.subjectBaixa visão
dc.subjectAmbientes Virtuais de Aprendizagem
dc.subjectEducação a distância
dc.subjectTecnologias assistivas.
dc.subject.keywordDigital accessibility
dc.subject.keywordLow vision
dc.subject.keywordVirtual Learning Environments
dc.subject.keywordDistance education
dc.subject.keywordAssistive technologies
dc.titleAcessibilidade em ambientes virtuais de aprendizagem: revisão bibliográfica sobre a inclusão de pessoas com baixa visão na educaçãoa a distância
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso

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