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Egungum: entre a fé e a lógica do/no imaginário Zangbeto nigeriano

dc.contributor.authorJesus, Sérgio Nunes de
dc.contributor.authorAlves, Bruna Caroline Farias
dc.contributor.authorSilva, Reginaldo Conceição da
dc.date.accessioned2026-10-22T13:32:42Z
dc.date.available2026-10-22T13:32:42Z
dc.date.issued2026-09
dc.description1 O presente texto é parte integrante do Macro Projeto de Ensino, Pesquisa, Extensão (NEABI-IFRO, campus Cacoal) que tem como abordagem central norteadora Cultura Popular, Memória e Construção Identitária em Comunidades Tradicionais da Amazônia Rondoniense com as parcerias do grupo PDA, campus Cacoal-IFRO e do Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia, PNCSA-UEA (Centro de Ciências e Saberes dos Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro - Carmelita Nunes da Conceição ‘CARMÉ’).
dc.description.abstractO artigo investiga as manifestações do Egungum e do Zangbeto na Nigéria, compreendendo-as como práticas vinculadas à identidade, à ancestralidade e às formas tradicionais de organização social, para além de uma leitura restrita à dimensão folclórica. Parte-se da compreensão de que essas manifestações articulam sistemas de crenças, saberes, autoridade e ordenamento comunitário situados na relação entre fé, ancestralidade e imaginário coletivo. Nesse contexto, o Egungum expressa a ancestralidade como presença constitutiva das relações entre mortos e vivos, enquanto o Zangbeto se vincula às práticas de proteção, vigilância e autoridade espiritual no âmbito comunitário. O objetivo consiste em analisar a lógica do invisível que atravessa essas manifestações, considerando o modo como o segredo ritualístico participa da legitimação da autoridade tradicional em sua relação com a modernidade. A análise contempla, ainda, a dimensão estética - observando como seus elementos visuais integram a produção simbólica e ritualística dessas práticas, bem como sua articulação com formas consuetudinárias de mediação de conflitos comunitários, familiares e relacionados à terra. Metodologicamente, o estudo fundamenta-se em revisão bibliográfica e interpretação de dados etnográficos, buscando compreender o caráter social e pragmático dessas manifestações no contexto nigeriano. Consideramos que a relação entre Egungum, Zangbeto, fé e imaginário constitui um campo de produção e legitimação de sentidos, no qual ancestralidade, ritualidade, autoridade e proteção comunitária se articulam, contribuindo para a permanência e a ressignificação das instituições tradicionais diante das configurações sociais da modernidade.
dc.description.abstract2El artículo investiga las manifestaciones del Egungum y del Zangbeto en Nigeria, comprendiéndolas como prácticas vinculadas a la identidad, a la ancestralidad y a las formas tradicionales de organización social, más allá de una lectura restrictiva a la dimensión folclórica. Parte de la comprensión de que estas manifestaciones articulan sistemas de creencias, saberes, autoridad y ordenamiento comunitario situados en la relación entre fe, ancestralidad e imaginario colectivo. En este contexto, el Egungum expresa la ancestralidad como presencia constitutiva de las relaciones entre muertos y vivos, mientras que el Zangbeto se vincula a las prácticas de protección, vigilancia y autoridad espiritual en el ámbito comunitario. El objetivo consiste en analizar la lógica del invisible que atraviesa estas manifestaciones, considerando el modo en que el secreto ritualístico participa de la legitimación de la autoridad tradicional en su relación con la modernidad. La análisis contempla, además, la dimensión estética - observando cómo sus elementos visuales integran la producción simbólica y ritualística de estas prácticas, así como su articulación con formas consuetudinarias de mediación de conflictos comunitarios, familiares y relacionados a la tierra. Metodológicamente, el estudio se fundamenta en revisión bibliográfica e interpretación de datos etnográficos, buscando comprender el carácter social y pragmático de estas manifestaciones en el contexto nigeriano. Consideramos que la relación entre Egungum, Zangbeto, fe e imaginario constituye un campo de producción y legitimación de sentidos, en el cual ancestralidad, ritualidad, autoridad y protección comunitaria se articulan, contribuyendo para la permanencia y la resignificación de las instituciones tradicionales frente a las configuraciones sociales de la modernidad.
dc.identifier.citationJESUS, Sérgio Nunes; ALVES, Bruna Caroline Farias; SILVA, Reginaldo Conceição da. Egungum: entre a fé e a lógica do/no imaginário Zangbeto nigeriano, Artefactum, v. 25, n.10, p. 1-26. 2026. DOI: https://doi.org/10.23900/artefactum.v25i10.4496
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.23900/artefactum.v25i10.4496
dc.identifier.issn1984-3852
dc.identifier.urihttp://repositorio.ifro.edu.br/handle/123456789/2951
dc.language.isopt_BR
dc.publisherRevista Artefactum
dc.publisher.campiCampus Cacoal
dc.subjectEgungum
dc.subjectZangbeto
dc.subjectAncestralidade
dc.subjectRitualidade
dc.subjectImaginário coletivo
dc.subject.keywordEgungum
dc.subject.keywordZangbeto
dc.subject.keywordAncestralidad
dc.subject.keywordRitualidad
dc.subject.keywordImaginario colectivo
dc.titleEgungum: entre a fé e a lógica do/no imaginário Zangbeto nigeriano
dc.typeArticle

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