Espaços que cuidam: neuroarquitetura aplicada ao cuidado domiciliar de pacientes com doença de Alzheimer
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Resumo
Este estudo investiga de que forma a neuroarquitetura pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida de pessoas com Doença de Alzheimer e de seus cuidadores. A doença de natureza neurodegenerativa e progressiva, compromete funções cognitivas como memória, orientação espacial e autonomia, tornando o ambiente físico essencial no processo de cuidado. Ambientes mal planejados tendem a intensificar a desorientação, ansiedade e insegurança, além de aumentar o risco de acidentes. A neuroarquitetura, ao integrar princípios da neurociência e da psicologia ambiental ao projeto arquitetônico, possibilita a criação de espaços que estimulam o bem-estar, a segurança e o equilíbrio emocional do paciente e seu cuidador. A escolha do tema surgiu de uma vivência pessoal com familiares diagnosticados com Alzheimer, o que evidenciou a escassez de residências adaptadas e a necessidade de soluções projetuais mais sensíveis. Assim, o estudo busca analisar diretrizes que tornem os lares mais seguros, funcionais e acolhedores, beneficiando tanto os pacientes quanto os cuidadores, e promovendo práticas arquitetônicas mais humanas, inclusivas e voltadas à saúde emocional.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso entregue ao Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Rondônia – Campus Vilhena, para obtenção do título de Bacharel em Arquitetura e Urbanismo.
Palavras-chave
Psicologia ambiental, Acessibilidade, Arquitetura terapêutica, Terceira idade, Cuidador
Citação
GONÇALVES, Taiane Gabrielli Picolotto. Espaços que cuidam: neuroarquitetura aplicada ao cuidado domiciliar de pacientes com doença de Alzheimer. Orientadora: Áurea Dayse Cosmo da Silva. 2026. 100f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo); Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia, Vilhena, 2026.
