O manifesto - história, memória, consciência de classe: ‘do povo, pelo povo, para o povo’ (lutas e disputas aos direitos sociais)
| dc.contributor.author | Jesus, Sérgio Nunes de | |
| dc.date.accessioned | 2026-10-22T15:16:28Z | |
| dc.date.available | 2026-10-22T15:16:28Z | |
| dc.date.issued | 2026 | |
| dc.description | Nota prévia: Este manifesto, apresentado em formato de artigo, parte das inquietações que pude vivenciar como acadêmico do curso de Bacharelado em Direito, no Centro Universitário Mauricio de Nassau, UNINASSAU, campus Cacoal-RO. | |
| dc.description.abstract | O texto investiga relações entre história das lutas dos trabalhadores, memória discursiva e consciência de classe nas disputas brasileiras sobre direitos sociais. A pesquisa bibliográfica e documental, qualitativa, articula comparação histórica e análise normativa. Mobiliza Marx e Engels (2007; 2010), Lukács (2003), Mészáros (2009),Althusser (2022) e Bourdieu (1989), preservando diferenças teóricas, e emprega posição-sujeito, formação discursiva e memória discursiva como dispositivos da Análise de Discurso Materialista, conforme Pêcheux (1999; 2009). A perspectiva do povo, pelo povo, para o povo orienta o exame da legitimidade, participação e destinatários da proteção, sem equiparar povo e classe. Examina uma paralisação no Egito antigo e experiências modernas no Reino Unido, Índia, Japão e China, sem pressupor continuidade linear e reconhecendo as especificidades dos contextos examinados. No Brasil, aborda a Constituição de 1988, a proteção ao trabalho doméstico, as reformas trabalhista (2017) e previdenciária (2019) e o Contrato Verde e Amarelo. Sustenta que a vulnerabilização das conquistas envolve sua ressignificação como custos, obstáculos ou benefícios particulares, obscurecendo sua gênese coletiva. Propõe restituir mediações entre conquista, inscrição jurídica, circulação discursiva e distribuição material de riscos. Conclui que a crítica às direitas autoritárias exige identificar medidas, temporalidades e agentes concretos, preservando a atuação dos trabalhadores, sem reduzi-los à passividade ou converter adesão política em diagnóstico psicológico. | |
| dc.description.abstract2 | This text investigates the relationships among the history of workers’ struggles, discursive memory, and class consciousness in Brazilian disputes over social rights. The qualitative bibliographic and documentary research combines historical comparison with normative analysis. It draws on Marx and Engels (2007; 2010), Lukács (2003), Mészáros (2009), Althusser (2022), and Bourdieu (1989), preserving their theoretical differences, and employs subjectposition, discursive formation, and discursive memory as analytical devices within Materialist Discourse Analysis, following Pêcheux (1999; 2009). The perspective “of the people, by the people, for the people” guides the examination of legitimacy, participation, and the beneficiaries of protection, without equating people with class. The text examines a work stoppage in ancient Egypt and modern experiences in the United Kingdom, India, Japan, and China, without assuming linear continuity and while acknowledging the specificities of the contexts examined. In Brazil, it addresses the 1988 Constitution, protections for domestic workers, the labor (2017) and pension (2019) reforms, and the Green and Yellow Employment Contract. It argues that the erosion of hard-won gains involves their reframing as costs, obstacles, or benefits for particular groups, obscuring their collective origins. It proposes restoring the mediations among collective gains, their incorporation into law, discursive circulation, and the material distribution of risks. It concludes that a critique of authoritarian right-wing forces requires identifying specific measures, temporalities, and agents while preserving workers’ agency, without reducing them to passivity or turning political allegiance into a psychological diagnosis. | |
| dc.identifier.citation | JESUS, Sérgio Nunes de. O manifesto - história, memória, consciência de classe: ‘do povo, pelo povo, para o povo’ (lutas e disputas aos direitos sociais). Revista Tópicos, p. 1-55. 2026. DOI: 10.70773/revistatopicos/792123661 | |
| dc.identifier.doi | 10.70773/revistatopicos/792123661 | |
| dc.identifier.issn | 2965-6672 | |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.ifro.edu.br/handle/123456789/2954 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.publisher | Revista Tópicos | |
| dc.publisher.campi | Campus Cacoal | |
| dc.subject | Consciência de classe | |
| dc.subject | Memória discursiva | |
| dc.subject | Lutas trabalhistas | |
| dc.subject | Direitos sociais | |
| dc.subject | Análise de discurso materialista | |
| dc.subject.keyword | Class consciousness | |
| dc.subject.keyword | Discursive memory | |
| dc.subject.keyword | Workers’ struggles | |
| dc.subject.keyword | Social rights | |
| dc.subject.keyword | Materialist discourse analysis | |
| dc.title | O manifesto - história, memória, consciência de classe: ‘do povo, pelo povo, para o povo’ (lutas e disputas aos direitos sociais) | |
| dc.type | Article |
