Bacharelado em Engenharia Florestal
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Navegando Bacharelado em Engenharia Florestal por Autor "Corrêa, Viviane Maia"
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Item Caracterização física da madeira de (Tachi-preto) Tachigali myrmecophila (ducke)(2023) Costa, Débora Clamerick da; Bressiani, Lorena de Souza Tavares; Corrêa, Viviane MaiaAs madeiras têm sido utilizadas para diversos fins ao longo dos séculos por ser um material com propriedades únicas, e consequentemente a busca por conhecimento das propriedades das madeiras se tornam mais necessárias. O desenvolvimento de tecnologias no setor florestal tem possibilitado a maior utilização da madeira como elemento estrutural devido a melhorias nas suas características físicas. Neste sentido, o objetivo deste trabalho foi caracterização de algumas das propriedades físicas como o teor de umidade, densidade básica e a retratibilidade da espécie Tachi-preto (Tachigali myrmecophila (Ducke)). A determinação da umidade, densidade básica e retratibilidade volumétrica seguiram as especificações da ABNT NBR 7190/2022, em peças padronizadas. Para a umidade média das peças foi encontrado o valor de 28,03%, para a densidade básica 0,675 g/cm³ e para a retratibilidade volumétrica 12,65%. Os valores atestados encontram-se próximos aos apresentados pela literatura.Item Crescimento inicial de um plantio florestal implementado em área degradada na Amazônia Ocidental submetido a aplicação de Arbolina(2023) Silva, Erika Lise Buffon da; Corrêa, Viviane MaiaO desflorestamento concentrado na região amazônica têm sido responsável pela expansão das áreas degradadas ocasionando significativas perdas em biodiversidade. Esse cenário gera uma demanda por estudos com foco na avaliação de processos vinculados a recuperação visando maior efetividade das ações mitigadoras. Portanto, o objetivo do presente trabalho foi estudar o estabelecimento inicial de espécies florestais nativas em resposta ao arranjo de plantio e a aplicação de Arbolina em uma unidade experimental em Ouro Preto do Oeste, RO. Foram avaliadas, durante 3 meses, duas espécies florestais nativas (Bertholletia excelsa e Inga edulis), em um delineamento experimental em blocos casualizados com 6 tratamentos resultantes de um arranjo fatorial 2 x 3 (com e sem aplicação de Arbolina x sistemas de plantio puro, misto e agroflorestal), com 5 repetições. Analisou-se a mortalidade das plantas, por meio da contagem dos indivíduos remanescentes em relação ao número de mudas plantadas, as principais causas de estresse, categorizados em função do agente (biótico e abiótico), e a taxa de crescimento absoluto (TCA) para diâmetro e altura. A espécie com a maior mortalidade foi a B. excelsa (11,3%) e a causa de estresse que mais afetou as plantas foi o abiótico. Não houve diferença estatística significativa para a TCA em relação ao DAC do Ingá e da Castanheira e para a altura do Ingá. Os resultados apontam que o período de 3 meses após o plantio é insuficiente para avaliar os efeitos dos arranjos de plantio no crescimento e que o intervalo de 3 meses de aplicação da Arbolina não é suficiente para visualizar a influência do bioestimulante no crescimento das espécies florestais estudadas.