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Item type: Item , A música rondoniense no currículo de arte do IFRO(2026) Vollbrecht, Marcos Biesek; Barros, Marco Aurélio Nunes de; http://lattes.cnpq.br/6735132533442840; https://orcid.org/0000-0001-7083-1764; http://lattes.cnpq.br/9701722945384094; https://orcid.org/0009-0001-7488-5505Esta pesquisa teve como propósito investigar em que medida a música rondoniense se faz presente nos currículos de Arte do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia – IFRO e refletir sobre a forma como a cultura estadual ingressa e se relaciona com a instituição. Inicialmente, foram analisados os documentos oficiais que norteiam o ensino de música no contexto escolar no Brasil, seguido da estruturação de conceitos fundamentais que basearam as análises do presente estudo. Na segunda etapa da pesquisa foram realizadas entrevistas semiestruturadas com professores de arte, formados em música, atuantes na modalidade EPT no IFRO, para conhecer e analisar as suas experiências didáticopedagógicas com a música criada aqui em Rondônia. A etapa derradeira do trabalho foi o desenvolvimento de um produto educacional que possa ser utilizado como fonte de consulta para a elaboração dos planos de aula envolvendo a música regional: O “Almanaque Rondônia Autoral”.Item type: Item , Almanaque Rondônia autoral(2026) Vollbrecht, Marcos Biesek; Barros, Marco Aurélio Nunes de; http://lattes.cnpq.br/6735132533442840; https://orcid.org/0000-0001-7083-1764; http://lattes.cnpq.br/9701722945384094; https://orcid.org/0009-0001-7488-5505O e-book intitulado “Almanaque Rondônia Autoral” é uma obra paradidática que tem a finalidade auxiliar na elaboração de planos de aula da música, mas também se trata de um registro histórico inédito na cultura rondoniense, constituindo um memorial da arte musical genuinamente local, numa genuinidade que engloba influências e aspectos da música de todo o resto do mundo, tornando-a única, como toda cultura regional, que é regional a partir daquilo que absorve do universo e particulariza. O produto foi submetido à validação por professores de Arte em atuação na EPT, através de formulário de validação.Item type: Item , Crotapotina (CA da crotoxina) de Crotalus durissus terrificus: Estudos in vitro, in silico e imunológicos no contexto da leishmaniose e imunomodulação(Fiocruz Rondônia, 2026) Taborda, Jamile Mariano Macedo; Soares, Andreimar Martins; http://lattes.cnpq.br/1721501040953897; https://orcid.org/0000-0003-1032-2188; http://lattes.cnpq.br/4698824252066457; https://orcid.org/0000-0002-9420-6282; Kayano Anderson Makoto; http://lattes.cnpq.br/9089138319657407; 0000-0003-4418-7850A leishmaniose é uma doença negligenciada de alta incidência no Brasil, especialmente na região Norte, onde persistem falhas terapêuticas e casos de resistência aos antimoniais pentavalentes, padrão preconizado pelo Ministério da Saúde. Esse cenário evidencia a urgência na busca por novas moléculas terapêuticas, mais eficazes e menos tóxicas. Neste trabalho, foi avaliado o potencial anti-leishmanicida e imunomodulador da Crotapotina, subunidade ácida e não tóxica da crotoxina do veneno de Crotalus durissus terrificus, por meio de abordagens in silico, in vitro e ensaios imunológicos. As análises in silico revelaram forte interação da Crotapotina com a Tripanotiona redutase de Leishmania braziliensis (ΔH médio de –15 kcal/mol) e estabilidade conformacional ao longo de 100 ns de dinâmica molecular. Os ensaios in vitro demonstraram inibição moderada da enzima recombinante (41% a 150 μg/mL; IC₅₀ = 223,5 μM) e baixa eficácia sobre amastigotas axênicas de L. amazonensis (41% de inibição). Por outro lado, os estudos imunológicos em PBMC humanos evidenciaram ausência de citotoxicidade (até 96 h), nenhuma indução significativa de espécies reativas de oxigênio (ROS) e baixos níveis de liberação de LDH. Notavelmente, a Crotapotina modulou a resposta imune, com liberação precoce de IL-1β (1–2 h) e aumento sustentado de IL-10 a partir de 24 h, com pico em 48 h, sugerindo uma ação pleiotrópica. Apesar da eficácia direta limitada contra o parasito, os dados obtidos indicam que a Crotapotina apresenta potencial imunomodulador relevante e merece ser explorada em modelos experimentais mais complexos como candidata a adjuvante ou protótipo terapêutico para leishmaniose.Item type: Item , Nos trilhos da extensão(Editora IFRO, 05-10-2026) Tesser, Márcia Cristina; Tesser, Márcia Cristina; Fausto, Ilma Rodrigues de Oliveira; Leal, Andrea Francischini; Silva, Deny Ardaia da; Leal, Juliana Alves Garcia; Torres, Maycon Dyms Nery; Brasil Filho, Walter AlvesO livro reúne uma coletânea de textos científicos, com relatos de experiência e produções vinculadas a atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas no âmbito do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO). organizada em 1ª edição pela Editora IFRO, a publicação tem como objetivo dar visibilidade à potência do encontro entre a instituição pública, os territórios e as comunidades, evidenciando uma extensão comprometida com a formação humana, a inclusão, a inovação, a cultura, o trabalho e o desenvolvimento regional.Item type: Item , Conhecimento, reconhecimento de elementos relacionados ao risco e práticas preventivas de produtores rurais em áreas de foco e perifoco de raiva dos herbívoros em Rondônia(2026) Neves, Maria Gabriela Mendonça; Andrade, Ricardo Teixeira Gregório de; http://lattes.cnpq.br/9860248731716808; http://lattes.cnpq.br/5396738367770845Objetivou-se descrever o conhecimento sobre a raiva e o reconhecimento de elementos relacionados ao risco de ocorrência da doença entre produtores rurais de áreas de foco e perifoco nos municípios de Jaru e Governador Jorge Teixeira, Rondônia, em 2026, e comparar, de forma descritiva, a frequência de vacinação antirrábica anual segundo esses fatores. Realizou-se estudo observacional, transversal e descritivo com 530 produtores entrevistados durante ações de vigilância epidemiológica. Foram analisados conhecimento sobre a doença, reconhecimento da vacinação como medida preventiva, observação de mordeduras por morcegos hematófagos, identificação de potenciais abrigos e vacinação anual. Apenas 20,0% dos produtores vacinavam anualmente. A vacinação foi mais frequente entre produtores com bom conhecimento sobre a raiva (32,5%) do que entre aqueles com conhecimento regular (19,6%) ou que desconheciam a doença (8,1%). Entre os que reconheciam a vacinação como medida preventiva, 23,4% vacinavam anualmente, frente a 5,9% entre os que não a reconheciam. A observação de mordeduras não foi acompanhada de maior frequência de vacinação. O reconhecimento de potenciais abrigos foi pouco frequente. Os achados evidenciam a necessidade de fortalecer a educação sanitária e a comunicação de risco, integrando conhecimento, reconhecimento de situações relevantes no ambiente rural e adoção de medidas preventivas.




