Cerqueira, Louise Maria MartinsSouza, Sarah Gabrielly Martins de2026-07-272026-07-272026SOUZA, Sarah Gabrielly Martins de. Ambientes acadêmicos afetivos: análise da relação entre usuários e espaço no IFRO – Campus Vilhena. Orientadora: Louise Maria Martins Cerqueira. 2026. 57 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo); Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia, Vilhena, 2026.http://repositorio.ifro.edu.br/handle/123456789/2789Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Vilhena, como requisito para obtenção do grau de Bacharel junto ao Curso de Arquitetura e UrbanismoEsta pesquisa investiga como os usuários se relacionam com os espaços coletivos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia — Campus Vilhena, a partir dos princípios da arquitetura afetiva, da percepção ambiental e da humanização dos ambientes educacionais. O ponto de partida é a compreensão de que os espaços acadêmicos vão além de sua funcionalidade: eles também precisam favorecer a permanência, a convivência, a apropriação, o conforto e o sentimento de pertencimento de quem os ocupa. A metodologia adotada é qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, combinando revisão bibliográfica, análise documental, visitas de campo, registros fotográficos, croquis, observações sistemáticas e coleta participativa por meio de banners interativos. A investigação se concentrou em quatro espaços do campus Bloco A, Centro de Convivência, Pátio Central e Área Verde, considerando aspectos físicos, espaciais, ambientais, funcionais, sociais e emocionais. Os resultados mostraram que, apesar de o campus atender às demandas básicas de circulação e funcionamento institucional, muitos ambientes apresentam problemas de calor, ventilação deficiente, ruído, falta de mobiliário adequado, pouco sombreamento e escassez de lugares qualificados para descanso e convivência. Os próprios usuários relataram experiências de cansaço, estresse, desconforto e ansiedade, mas também apontaram formas criativas de apropriação simbólica e possibilidades reais de transformação dos espaços. Com base nessas análises, foram elaboradas diretrizes projetuais para a requalificação dos ambientes coletivos, priorizando intervenções sensíveis e de baixo impacto, ligadas ao conforto, à permanência, à acessibilidade, ao mobiliário e à valorização das áreas de convivência. A conclusão é que a arquitetura afetiva tem muito a oferecer ao repensar os espaços educacionais como lugares mais acolhedores, humanos e conectados ao cotidiano de quem os vive.PortuguêsArquitetura afetivaAmbientes educacionaisPercepção ambientalPermanênciaRequalificação arquitetônicaAmbientes acadêmicos afetivos: análise da relação entre usuários e espaço no IFRO – Campus VilhenaTrabalho de Conclusão de Curso